OS LIVROS

Independentemente das denominações que recebeu e dos materiais utilizados, o livro é, a meu juízo, a principal criação humana. Enquanto errático e integrado em tribos pequenas, certamente não se fez necessário. Todavia, na medida em que elas começaram a fixar-se, ensejando o crescimento dos agrupamentos que proporcionaram a base das sociedades hodiernas, foi sentida a necessidade de a comunicação entre os seus integrantes ser transmitida por outro meio, além do som e de sinais até então utilizados.

 

A escrita começou a evoluir para atender às necessidades de transmissão das mensagens, o que ensejou o surgimento do livro e, ao mesmo tempo, proporcionou o aparecimento da principal ocupação desse trabalho: o copista. O técnico capaz de repetir, isto é, de copiar no pedaço de couro, ou no papiro, ou na madeira, ou no tecido a mensagem que precisava ser levada a outros por quantas vezes fossem necessárias.

 

E prosseguiu assim até surgir a máquina capaz de reproduzir a mensagem original, por volta de 1450, gerando uma das primeiras reações à evolução tecnológica, nos últimos anos da Idade Média. Os copistas não a aceitaram bem, pois viam no fato a possibilidade da perda de seu trabalho. E chegamos aos dias atuais onde o livro, tanto na sua forma já tradicional, impresso em papel, quanto através de meios eletrônicos, é indispensável à comunicação humana e que me permite levar esta mensagem a sua pessoa.

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